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"Provas da ginástica artístca

– Masculino e Feminino

Abaixo seguem as duas provas em que homens e mulheres participam. Solo A prova de solo no masculino tem duração de 70 segundos para a prova masculina e de 90 segundos para a prova feminina. O exercício de solo (foto) é realizado em um tablado plano que tem 12 metros de largura por 12 metros de comprimento e é recoberto com material acolchoado. Para dar início a sua apresentação, o atleta fica posicionado dentro do tablado, e sua avaliação pela banca de árbitros, começa a ser avaliada assim que seu primeiro movimento for realizado. O ginasta deve executar movimentos de acrobacia ligados a uma coreografia. Estes movimentos de acrobacia e coreografia, cada um possui um grau de dificuldade, sendo que alguns, o ginasta tem que cumprir obrigatoriamente. O ginasta também tem que usar toda a área do tablado, incluindo o espaço nas laterais e diagonais. Tudo deve ser explorado o máximo possível, com demonstrações de firmeza nos deslocamentos e na coordenação dos elementos. Qualquer movimento que seja executado fora da área reservada para o exercício ou parte do corpo do atleta que escape para fora do tablado, irá resultar na perda de pontos. A mesma situação acontece também quando o ginasta, nas aterrissagens, houver qualquer desequilíbrio ou falta de controle do corpo. No solo masculino não há a execução de música, enquanto no feminino sim. Salto Neste exercício, o ginasta tem 25 metros para correr em direção ao trampolim. Nele o atleta toma o impulso com os dois pés e apóia a mão no aparelho para, então, dar curso a sua apresentação, com a realização de saltos que incluem rotações de corpo no ar. A apresentação termina quando o ginasta aterrissa de volta no chão. Salto feminino Nas competições de salto do masculino, o aparelho utilizado é uma mesa de salto que mede 1,20 metros de comprimento por 95 centímetros de largura e 1,35 metros de altura. No feminino, o aparelho tem medidas diferentes somente em relação à altura, que é de 1,25 metros. Provas da ginástica artística – Masculino Abaixo seguem as provas em que somente os homens participam. Cavalo com alças O atleta fica colocado em frente ao cavalo e, com um pequeno impulso, segura nas alças e inicia o exercício girando em torno do cavalo. Nem sempre a apresentação começa com o atleta segurando as alças, os árbitros começam avaliar o ginasta no momento em que ele toca o aparelho com as mãos. O aparelho (foto acima), que tem o nome de cavalo, tem 1,15 metros de altura. As alças ficam no mínimo a 40 centímtros e no máximo a 45 centímetros de distância uma da outra, centralizadas numa base acolchoada que tem 1,60 metros de comprimento por 35 centímetros de altura. Argolas Argolas Em uma estrutura, dois cabos pendurados em separados trazem em suas extremidades as argolas, nome que é dado ao aparelho. A base em que os cabos que sustentam as argolas são colocados tem 1,20 metros de largura e fica a 5,80 metros do chão. Os cabos ficam separados entre si por uma distância de 50 centímetros. As argolas possuem 18 centímetros de diâmetro e ficam penduradas a 2,80 metros de altura do chão. Para iniciar este exercício, o atleta recebe ajuda para alcançar as argolas. A partir deste momento, começa a sua movimentação. Barras paralelas O próprio nome deste aparelho define perfeitamente a posição em que as barras ficam. Lado a lado, a distância entre as barras é variável. São sustentadas por duas bases em que partem apoios verticais que ficam encaixados perpendicularmente às barras, de forma a mantê-las na horizontal. As barras ficam a uma altura de 2 metros e o comprimento de ambas é de 3,5 metros. Barra fixa A barra de 2,4 metros de comprimento é sustentada por dois postes colocados em cada uma de suas extremidades, do qual, partem também os cabos de segurança. A FIG recomenda que, a barra fixa deve ter altura de 2,80 metros e 2,8 centímetros de diâmetro. Provas da ginástica artística – Feminino Abaixo seguem as provas em que somente as mulheres participam. Barras assimétricas O dois aparelhos, cada um possuindo uma barra com formato cilíndrico, são sustentados por dois postes laterais, que são equilibrados por cabos de segurança bem fixados ao chão. Os dois aparelhos possuem barras de 2,4 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, porém, as medidas de suas alturas variam de 2,50 metros para a mais alta e de 1,70 metros para a mais baixa. Trave de equilíbrio O aparelho é sustentado por uma base metálica que tem comprimento de 5 metros e sua altura é de 1,25 metros. A base, na qual o atleta faz o exercício, tem 10 centímetros de largura. Por exigência da Federação Internacional de Ginástica (FIG), o aparelho é revestido por material capaz de absorver impactos e com toda a segurança e “trabalhando” conforme a movimentação da ginasta. Durante um exercício, a trave não pode se mover, por isso, deve estar bem segura o suficiente para não comprometer a apresentação da atleta. O sistema de notas Os juízes da ginástica artística O sistema de avaliação da ginástica artística é realizado através de notas. Para cada modalidade são determinados os números de árbitros que irão avaliar o atleta. No caso do solo, a modalidade que requer atenção de 8 árbitros divididos em dois grupos. Dois árbitros ficam no chamado grupo A, para pontuar o valor da série apresentada, da qual, obrigatoriamente, deve conter elementos acrobáticos como apoios invertidos, elementos de voo com ou sem o apoio das mãos e mortais, assim como, elementos de dança com saltos e giros. Os outros seis árbitros formam o chamado grupo B, que são os especialistas em execução e têm como principal responsabilidade as anotações dos erros. São eles que descontam os pontos por falhas cometidas pelos ginastas que variam desde o tempo de apresentação até as falhas técnicas como cair, desequilibrar-se ou então pisar fora da área de competição. Estes dois grupos de árbitros fazem seus julgamentos simultaneamente, ou seja, enquanto o grupo A pontua os elementos positivos realizados pelos ginastas, o grupo B calcula o lado negativo, descontando pontos, de um total de 10 já conferidos a cada competidor. Resumindo, o grupo A faz o que é denominado de “nota de partida”, ou seja, a soma dos valores dos elementos apresentados e, o grupo B, tomando por conta estes mesmos elementos, observa se os movimentos executados pelos atletas, foram perfeitos ou e o atleta comete erros. Para cada erro computado, os descontos são feitos de acordo com o que está previsto conforme a tabela da Federação Internacional de Ginástica (FIG). Com isso, são subtraídos pontos de um total de 10 que é dado ao ginasta no momento em que ele entra para competir. Assim temos o como é chegado à nota final do atleta. A soma da “nota de partida” que é avaliado pelo grupo A, com a nota de execução, avaliado pelo grupo B. Dando um exemplo básico: O ginasta que obtiver 6 na nota de partida e 8 na nota de execução, sua nota final será 14. As competições Olímpicas Tiramos por base, como é realizada a competição de ginástica artística nas Olimpíadas. São disputados provas de classificação por equipes (CI) e individual. Esta etapa serve para classificar os melhores ginastas que vão disputar as finais. Depois de realizadas estas etapas, são realizadas as finais das provas individuais gerais (CII), finais por aparelhos (CIII) e finais por equipes (CIV). Isto serve tanto para as competições masculinas como as femininas. Uns atletas, para fazer parte das seleções adultas, nos Jogos Olímpicos, devem ter idade mínima de 16 anos para tanto para homens quanto para as mulheres. Para os Jogos Pan-americanos, a idade mínima é de 14 anos para as mulheres e de 16 para os homens. As provas por equipes são classificatórias para CII e CIII."
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"I. REGRAS GERAIS
1. Objetivo O objetivo da competição de Canoagem de Velocidade em Águas Calmas é correr numa raia claramente definida e desobstruída no menor tempo possível

2. Competições Nacionais
2.1.1 Todas as competições anunciadas como nacionais devem ser realizadas de acordo com os regulamentos da CBCa. As competições organizadas pelas federações ou seus clubes serão consideradas nacionais se forem convidados a participar competidores de outras entidades e federações.
2.1.2 Estas competições devem ser controladas por pelo menos um juiz ou oficial reconhecido pela CBCa. 2.2.1 Os eventos oficiais reconhecidos pela CBCa são os seguintes: Para homens: K1, K2, K4, C1, C2 e C-4 200 (somente Sênior), 500 e 1000 metros Para mulheres: K1, K2 e K4 200 (somente Sênior) e 500 metros K-1 e K-2 1000 m
2.2.2 As distâncias oficiais para corridas reconhecidas pela CBCa são: Para homens: 200 (somente Sênior), 500, 1000 e 5000 metros Para mulheres: 200 (somente Sênior), 500, 1000 e 5000 metros

3. Competidores
3.1 Somente membros dos clubes filiados à Confederação Brasileira de Canoagem, têm o direito de participar de competições nacionais.
3.2 Um competidor terá sempre permissão para participar de uma competição nacional mas deverá, em cada caso, obter permissão especial da sua entidade.
3.3 Se um competidor é membro da federação de um país estrangeiro onde ele é domiciliado, ele terá, ainda assim, permissão para participar de competição, representando sua entidade dentro do Brasil. 3.3.1 Se um competidor estiver domiciliado num mesmo país por dois anos ou mais, torna-se desnecessária a obtenção de permissão da federação do país de origem.

4. Competições mistas Competições mistas onde atletas do sexo masculino e feminino tomam parte, tanto no mesmo barco quanto disputando uma mesma prova, não são permitidas. 5. Definição do Calendário Antes de 15 de Setembro de cada ano todas as entidades devem mandar o programa proposto de eventos para o ano subseqüente, com cópia para a Secretaria Geral e outra para o Diretor do Comitê de Velocidade da CBCa. II.

II. REGRAS DE CONSTRUÇÃO E CLASSES
6. Limitações
6.1 Os barcos oficiais reconhecidos pela CBCa como "Barcos Internacionais" são os seguintes: Para homens: K1, K2, K4, C1, C2 e C4 Para mulheres: K1, K2 e K4 K1 K2 K4 C1 C2 C4 520 650 1100 520 650 900 comprimento máximo 51 55 60 75 75 75 largura mínima. 12 18 30 16 20 30 peso mínimo OBS: Todas as medidas são em cm e todos os pesos em kg.
6.2 Barcos, acessórios e vestuário podem ter marcas registradas, símbolos de propaganda e palavras.
6.3 Marcas registradas não devem exceder 20 X 5 cm em barcos, e 10,3 cm nas roupas, acessórios e remo, e neste último, uma única vez em cada face Nessas situações quando são usados símbolos de propaganda adicionalmente à marca registrada, tais símbolos devem estar de acordo com as seguintes especificações:
1) Em barcos não podem ser repetidos mais do que duas vezes, e não podem exceder 500 centímetros quadrados cada um;
2) Em roupas não podem ser repetidos mais que duas vezes, e não podem exceder 400 centímetros quadrados cada um;
3) Em remos não podem exceder 50 centímetros quadrados em cada pá;
4) Nos acessórios não podem exceder 50 centímetros quadrados; As linhas gerais para qualquer material publicitário colocado nas roupas e equipamentos dos atletas deve ser como se segue:
a) A CBCa não deve se engajar em qualquer patrocínio exclusivo de publicidade;
b) Todo material publicitário deve ser fixado de maneira a não interferir com a identificação dos competidores e não afetar o resultado da competição. Qualquer barco, acessório ou peça do vestuário que não esteja de acordo com o acima especificado será vetado para uso durante uma competição. As equipes são responsáveis pelo seu próprio equipamento.

7. Construção
7.1 Todos os tipos de materiais de construção são permitidos. As seções longitudinais e transversais do casco do caiaque e da canoa devem ser convexo, não interrompido e rígido em qualquer circunstância.
7.2 Nenhum material estranho pode ser acrescentado ao barco para que dê ao competidor uma vantagem injusta. Todos os dispositivos eletro-eletrônicos são proibidos num barco durante a corrida, aí incluindo-se: - Bombas elétricas; - Dispositivos de medição de velocidade; - Medidores de deformação; - Monitores cardíacos.
7.3 a) Caiaques São permitidos lemes. A espessura máxima da lâmina do leme não deve exceder 10 mm, no caso de K2 e K1, ou 12 mm no caso de K4, em todos os casos onde o leme forma uma extensão do comprimento do caiaque
7.4 b)Canoas A canoa deve ser construída simetricamente em relação ao seu eixo longitudinal. Lemes ou quaisquer outros dispositivos direcionadores de curso não são permitidos. Uma quilha, se existir, deve ser reta, estender-se por todo o comprimento da canoa e não se projetar mais do que 30 mm abaixo do casco A canoa C1 pode ser inteiramente aberta e não pode ser coberta mais do que 150 cm na proa e 75 cm na popa, medidas da extremidade externa da proa ou popa para o ponto mais distante da extremidade do convés para os conveses de proa e popa, respectivamente A C2 pode ser toda aberta, num mínimo de 295 cm A C4 pode ser toda aberta, num mínimo de 410 cm

8. Controle dos barcos
8.1 O comprimento de um caiaque ou canoa deve ser medido entre as extremidades da proa e popa. Fitas de bico ou outras proteções da proa e popa, se existirem, devem ser incluídas. Qualquer leme que constitua uma continuação do comprimento do caiaque não deve ser incluída na medição.
8.2 A boca de um caiaque ou canoa deve ser medida na parte mais larga. Material adicional colocado nas laterais para proteção não pode ser incluído na medida.
8.3 Nenhuma alteração nas canoas ou caiaques é permitida após a inspeção dimensional e antes da competição.
8.4 Qualquer peça solta deve ser removida. Apoios permanentes para os joelhos fixados de maneira definitiva à superfície inferior e dispositivos de fixação de flutuadores que consistam de material absorvente a água devem ser secados totalmente quando da primeira pesagem antes da prova
8.5 Os primeiros quatro, cinco ou mais barcos de acordo com a decisão do Comitê de Competição devem ser recontrolados imediatamente após a corrida. Este item está condicionado às condições do Comitê Organizador.

III. ORGANIZAÇÃO DAS COMPETIÇÕES
9. Juizes e Oficiais
9.1 As competições nacionais devem ser realizadas sob a supervisão dos seguintes juizes: Organizador Técnico; Comitê de Competição; Secretário(s) da Competição; Juiz(es) de Largada; Alinhador(es); Juiz(es) de Percurso; Juiz(es) de Chegada; Cronometrista(s); Anunciador; Assessor de Imprensa. 9.2 Se as circunstâncias permitirem, uma pessoa pode atuar em dois dos postos acima.

9.3 Pessoas não autorizadas não devem entrar na área dos juizes a menos que o Comitê de Competição ou o Júri dêem permissão.
9.4 O Comitê de Competição deve:
a) Organizar a competição e supervisionar os preparativos;
b) Em caso de mau tempo ou outras circunstâncias que tornem impossível a realização das competições, adiar a competição e decidir quando ela pode ser realizada;
c) Ouvir os protestos que possam ser feitos e julgar quaisquer demandas que possam surgir;
d) Decidir sobre assuntos relativos a desqualificação em casos onde os regulamentos são desobedecidos durante a prova. Se um competidor for ferido durante uma bateria, o Comitê pode permitir que ele participe de outra bateria. A decisão do Comitê deve se basear nas Regras de Velocidade da CBCa. As penalidades conforme os estatutos da CBCa podem também ser impostas, isto é, desqualificação por um período maior do que o da competição em questão.
e) Antes que qualquer decisão seja tomada com respeito a uma alegada infração do regulamento, deve ser ouvida a opinião do Juiz Auxiliar que controlou a corrida na qual a infração foi dita ter sido cometida. o Comitê deve também procurar ouvir as opiniões de outros juizes na prova, se é sentida a importância de esclarecer a infração cometida.

9.5 Deveres dos Juizes
9.5.1 O Organizador Técnico deve supervisionar as corridas e ser responsável pela observância do programa e sem atrasos desnecessários. Ele deve informar pontualmente aos juizes o início de cada prova. Com a ajuda dos Controladores de Barcos, ele deve assegurar que o regulamento está sendo atendido no que se refere a medição de todos os barcos na prova. Ele deve se certificar que o Anunciador dê aos espectadores todas as informações necessárias sobre as corridas, tais como a ordem de largada, o nome de algum competidor que deixe de largar, e o resultado
9.5.2 O Secretário da Competição deve ser responsável pelo registro dos resultados e preparação da lista de vencedores. Ele deve manter arquivos dos protestos. Ele deve fornecer ao Assessor de Imprensa todas as informações necessárias sobre o desenrolar das provas e os resultados
9.5.3 O Juiz de Largada decide sobre as questões da largada das provas e é o único responsável por decisões quanto a queima de largada. A sua decisão é final.
9.5.4 Alinhador: o dever do Alinhador é trazer os barcos para a linha de largada com o mínimo possível de atraso, verificar a roupa do competidor e o seu número nas costas (caso exista) e o número dos barcos. Quando todos os barcos estiverem alinhados ele deve notificar o juiz de largada levantando uma bandeira branca.
9.5.5 O Juiz de Percurso deve observar para que durante a corrida as regras sejam atendidas. Se o regulamento é desrespeitado, o Juiz de Percurso deve relatar a infração ao Juiz Principal, que, por sua vez, deve levar a infração ao Comitê de Competição.
9.5.6 O Comitê de Competição deve decidir se algum dos competidores envolvidos deve ser desclassificado ou não. Se o Juiz Auxiliar tiver que relatar uma infração ao regulamento, ele deve levantar a bandeira vermelha após a corrida e informar por escrito antes que a prova seguinte se inicie.
9.5.7 Nesse caso, o Comitê de Competição deve tornar pública sua decisão imediatamente e antes do anúncio do resultado da corrida.
9.5.8 Se não houver infrações a relatar, o Juiz Auxiliar deve levantar a bandeira branca.
9.5.9 Em corridas de 500 e 1000 metros, o Juiz Auxiliar deve seguir a corrida num barco a motor.
9.5.10 Ele deve permanecer desimpedido durante a prova. Ninguém além do Juiz Auxiliar e do piloto poderão permanecer no barco reservado para ele, a não ser que previamente autorizado pelo Organizador Técnico.
9.5.11 Juizes de Chegada decidem a ordem na qual passaram os competidores na linha de chegada. Os juizes devem se posicionar onde possam ver claramente todas as raias na linha de chegada.
9.5.12 Se os juizes divergirem com relação a colocação de dois ou mais competidores na disputa, na ausência de equipamento para definição fotográfica, a decisão deve ser por maioria simples. Em caso de empate, o juiz principal tem o voto de Minerva.
9.5.13 Quando se usa o dispositivo de definição fotográfica, o resultado determinado pelos juizes de chegada deve ser comparado com ele, ficando a decisão para a definição fotográfica. Filmes de vídeo não são substitutos para definição fotográfica, caso esta esteja à disposição. A decisão dos juizes é final.
9.5.14 Os cronometristas são responsáveis pelo registro dos tempos. Isto deve ser feito através de cronômetros.
9.5.15 Antes de cada competição individual, o Chefe de Cronometragem deve observar o bom funcionamento dos relógios e dividir o trabalho entre os cronometristas.
9.5.16 Ao final de cada corrida, ele deve comparar os tempos oficiais com os de outros Cronometristas e informar imediatamente ao Secretário da Competição sobre eles. Cada corrida deve ser cronometrada por pelo menos dois cronômetros. Se os cronômetros não registrarem o mesmo tempo, o mais longo (pior) deve ser tomado como correto. Os cronômetros devem ser acionados quando a fumaça da pistola de largada se tornar visível, ou quando ouvido no sistema de comunicação; não quando for ouvido o som do tiro. Podem ser usados cronometristas também como juizes de chegada.
9.5.17 O Anunciador deve, sob as instruções do Organizador Técnico, anunciar a largada de cada prova, a ordem de largada e a posição dos competidores durante a corrida.
9.5.18 Após o final de cada prova ele anunciará os resultados.
9.5.19 O Assessor de Imprensa deve fornecer toda a informação necessária aos correspondentes da imprensa escrita, falada e televisionada, sobre as corridas e o seu desenrolar. Ele está autorizado, por isso, a buscar informações junto aos vários juizes que também devem obter para ele cópias dos resultados oficiais tão logo estejam disponíveis.

10. Juizes Oficiais de Regata
10.1 Em Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundiais e Campeonatos Continentais o Júri e todos os juizes oficiais devem ser reconhecidos como Juizes Oficiais de Regata Internacional, com certificado dentro da validade. Tal reconhecimento é dado pela FIC a pessoas que tenham sido aprovadas em exame.
10.2 Somente as Federações Nacionais têm o direito de indicar candidatos para este exame. As inscrições devem estar acompanhadas por uma taxa de 20 dólares americanos.
10.3 Os candidatos não devem ter menos de 25 anos de idade e não mais de 50 e ter no mínimo 5 anos de experiência como "Juiz Oficial de Regata Nacional". Os nomes deverão ser encaminhados para o Secretário Geral da FIC e para o Presidente do Comitê de Velocidade pelo menos dois meses antes da data do exame. 10.4 Um Subcomitê da FIC consistindo de três membros que serão escolhidos periodicamente, fará o exame na ocasião de Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundiais e Continentais. O exame será realizado em uma das três línguas oficiais da FIC e será baseado no conhecimento do Estatuto da FIC, das Regras de Velocidade e experiência prática em regatas. Se uma federação nacional solicitar exame em outra data, a Federação em questão cobrirá as despesas de transporte e hospedagem dos examinadores.
10.5 Os candidatos que forem reprovados uma vez podem inscrever-se para outro exame, mas não antes do ano seguinte. Os candidatos aprovados receberão uma carteira válida como Juiz Oficial de Regata Internacional. A despesa de candidatos decorrentes do exame devem ser de responsabilidade da sua federação nacional.

11. Convites
11.1 Um convite para uma competição nacional deve conter a seguinte informação:
a) Hora e local da competição;
b) Características da(s) raia(s);
c) Classes e distâncias das provas;
d) Seqüência e hora de largada das provas;
e) Se as provas serão em água parada ou corrente, a favor ou contra a correnteza, e profundidade mínima da água,
f) Valor da taxa de inscrição;
g) Endereço para onde deverão ser enviadas as taxas de inscrição;
h) Data limite para recebimento das inscrições. Esta data não pode ser anterior a 14 dias do primeiro dia da competição; Tanto quanto possível a ordem das provas deve estar de acordo com os programas detalhados para Campeonatos Mundiais e Continentais para seniores e juniores; Um convite deve ser mandado 2 (dois) meses antes da competição.

12. Inscrições
12.1 Inscrições para uma competição nacional só podem ser feitas através da Entidade filiada, de acordo com os regulamentos fornecidos no convite. Uma inscrição deve, contudo, conter sempre o seguinte:
a) O nome do clube ao qual pertence(m) o(s) competidor(es), assim como número de cadastro na CBCa;
b) As classes e distâncias nas quais a equipe se propõe a competir;
c) Nome e sobrenome de cada competidor junto com a data e o ano de nascimento e cidadania. Um competidor inscrito para um evento júnior num evento nacional não pode ter mais de 18 no ano durante o qual se realiza a regata. Na inscrição para um Campeonato Júnior, além do nome, sobrenome, nacionalidade, sexo, também a data e o local do nascimento, nome do clube devem ser fornecidos e antes da primeira prova o(a) competidor(a) ou o líder da equipe deve entregar um documento comprovatório tal como passaporte, cédula de identidade ou similar, contendo fotografia, que confirme a idade do(a) competidor(a);
d) Detalhes semelhantes no que se refere a reservas, se houver; e) Além das tripulações identificadas nominalmente, as entidades participantes podem inscrever substitutos em todas as provas, como se segue: K-1 e C-1 - 1 pessoa K-2 e C-2 - 2 pessoas K-4 e C-4 - 4 pessoas Os substitutos podem ser colocados em qualquer dos barcos inscritos na prova em questão. Uma inscrição pode ser feita por telegrama caso seja transmitido antes da meia-noite do último dia do recebimento das inscrições. Inscrição por telegrama deve ser confirmada imediatamente por carta e na eventualidade de informações conflitantes, a informação por carta prevalecerá Informações fora do prazo não serão aceitas

13. Aceitação de inscrições e programa Os formulários de inscrição devem ser respondidos dentro do prazo limite; Até 24 horas antes da primeira prova da regata, o programa definitivo deve estar disponível na raia da regata, informando os nomes e entidades dos competidores e os resultados das raias.

14. Alterações nas inscrições e desistências
14.1 A Entidade terá até 48 horas de antecedência para cancelar numericamente uma embarcação, e não necessariamente nominalmente. O não cumprimento deste item, acarretará na perda de 05 (cinco) pontos por embarcação não cancelada. Ou seja, a Entidade deverá comparecer para a largada, com a mesma quantidade de embarcações inscritas.
14.2 Qualquer competidor listado na inscrição final de sua entidade pode substituir qualquer outro no evento (caiaque homens, caiaque mulheres, canoa homens). Notificação das alterações nas inscrições devem ser feitas ao juiz principal na Reunião Técnica do evento, ou por escrito, no máximo, uma hora antes do início das provas da manhã ou tarde.
14.3 A retirada de uma inscrição é considerado final e não é permitida uma reinscrição da mesma tripulação. 14.4 Se o competidor não larga, e não tem uma justificativa aprovada pelo Comitê de Competição, ele será desqualificado da prova em questão. Um competidor que compareça atrasado à largada deverá ser considerado como tendo desistido voluntariamente e deverá ser desqualificado sob esta regra. Ex: um atleta não comparece para a prova de K-1 500m, ele ainda poderá participar na prova de K-1 1000m, K-2 e K-4. 14.5 Taxas de inscrição não são reembolsáveis.

15. Alterações na seqüência dos eventos A seqüência das provas informada no convite, e os intervalos entre as provas como estabelecido no programa, são restritos aos organizadores. Alterações não poderão ser feitas a menos que os chefes de equipe ou representantes na competição dêem os seus consentimentos.

16. Sinalizações Os pontos de retorno, para provas em circuito, devem ser marcados por pelo menos 6 (seis) bandeiras. A bandeira deve ser dividida diagonalmente, com uma metade em vermelho e a outra em amarelo. Tanto as linhas de largada como de chegada devem ser marcadas com bandeiras vermelhas nos pontos onde estas linhas interceptam os limites externos da raia.

17. Raia
17.1 Pelo menos 5 horas antes da largada das provas, a raia deve ser medida e marcada através de bandeiras claramente visíveis montadas em bóias.
17.2 A raia na largada deve permitir uma largura livre de pelo menos 5 metros para cada barco.
17.3 As linhas de largada e chegada devem estar em ângulo reto com a raia.
17.4 A linha de chegada deve ser pelo menos de 45 metros de comprimento e ser marcada por duas bandeiras. Os juizes de chegada devem estar colocados tão próximo quanto possível da linha de chegada. 17.5 Para corridas até 1000 metros, a raia deve ser reta e em uma só direção.
17.6 Para corridas de mais de 1000 metros, os pontos de retorno são permitidos.
17.7 Neste caso, as seguintes condições devem ser preenchidas, se possível
. a) A distância entre a linha de largada e a primeira bandeira do primeiro ponto de retorno (1ª perna aberta) deve ser reta e ter no máximo 1.850,50 metros;
b) A distância entre a última bandeira do primeiro ponto de retorno e a bandeira do segundo ponto de retorno (2ª perna) deve ser reta e ter no máximo 1750,50 metros;
c) A distância entre a última bandeira do segundo ponto de retorno e a primeira bandeira do terceiro ponto de retorno (3ª perna) deve ser no máximo de 500 metros;
d) As especificações para todas as outras pernas devem estar de acordo com o ponto "c". (Da 4ª a 12ª ou mais pernas);
e) O raio de cada retorno ou virada deve ser de pelo menos 40,5 metros;
f) Tanto a largada como o final da prova devem ser em frente da Torre de Chegada;
g) As bandeiras vermelhas na linha de chegada o mais para fora tanto quanto for possível de forma a obter a linha de chegada mais larga que seja viável;
h) Os pontões de largada para as provas de 500 metros devem ser removidos.

18. Números pessoais e dos caiaque
18.1 Todos os caiaques e canoas devem portar uma placa vertical, feita de material não transparente, marcada com algarismos pretos em fundo amarelo, indicando a raia.
18.2 As placas devem ser colocadas na linha de centro longitudinal do convés de popa (em canoas canadenses no convés de proa).
18.3 As placas devem ter 18X20 cm.
18.4 Os números pessoais, caso sejam fornecidos pelo Comitê Organizador, devem ser colocados apenas nas costas do competidor.

19. Instruções para os competidores
19.1 Cada Chefe de Equipe deve receber instruções impressas ou escritas, pelo menos 5 horas antes do início da regata, contendo as seguintes informações:
a) Informação detalhada das raias e suas marcações;
b) Hora de largada;
c) Linha de largada;
d) Linha de chegada;
e) Numerais dos competidores;
f) Tipo de controle dos barcos;

20. Protestos
20.1 Um protesto contra o direito de uma tripulação de participar de uma prova deve ser dirigido ao Juiz Principal até uma hora antes da largada da prova. Um protesto feito após - dentro de 30 dias da data da prova em questão- só é permitido se a entidade que fez o protesto poder provar que os fatos nos quais estejam baseados o protesto só chegaram ao seu conhecimento após uma hora antes do início da prova.
20.2 Um protesto retardatário deve ser dirigido ao Comitê de Velocidade da CBCa, acompanhado da taxa prescrita (veja abaixo).
20.3 Um protesto feito durante uma competição deve ser dirigido ao Comitê da Competição e entregue ao Juiz Principal até 20 minutos após o chefe de equipe ter sido informado da decisão contra o competidor ou equipe e tenha assinado dando como recibo.
20.4 Todo protesto deve ser feito por escrito e estar acompanhado de uma taxa de 25 dólares americanos (ou quantia equivalente). A taxa será devolvida se o protesto for acatado.

21. Apelos O competidor tem o direito de apelar à CBCa através de sua entidade, contra uma decisão do Comitê de Competição, dentro de 30 dias da realização da prova. O apelo deve estar acompanhado de uma taxa de 25 dólares americanos (ou moeda equivalente). A taxa será devolvida se o apelo for acatado. O Conselho de Administração da CBCa deve pronunciar a decisão final.

22. Pontuação
22.1 As provas oficiais valerão pontos, que somados, indicarão o vencedor por equipe. A tabela de pontos está desta forma definida: 1º lugar: 10 pontos 2º lugar: 06 pontos 3º lugar: 04 pontos 4º lugar: 03 pontos 5º lugar: 02 pontos 6º lugar: 01 ponto
22.2 Para o Campeonato Brasileiro, serão consideradas as seguintes categorias: Categotia K Categotia C
22.3 Para a Copa Brasil, a seguinte tabela de categorias será válida para a pontuação: Categotia K Categotia C
22.4 Para que a prova seja válida para a pontuação final, é preciso haver no mínimo três embarcações inscritas, participando do evento. Caso este número não seja atingido, o atleta pode competir na categoria imediatamente superior. OBS: Destaca-se o item 14, o qual prevê punição às embarcações não canceladas até o prazo.
22.5 Caso o número mínimo seja alcançado (03), é preciso ainda que estejam inscritas no mínimo duas associações para validarem na pontuação final. Se isto não ocorrer, a prova pode ser realizada, porém não pontua. 22.6 Será permitido no máximo três embarcações por entidade por categoria.


IV. REGULAMENTO DAS PROVAS

23. Desqualificações
23.1 Qualquer competidor que tente ganhar uma prova por qualquer outro meio que não sejam meios honrosos, ou que quebre o regulamento das provas, ou desobedeça a natureza honrada do regulamento das provas deve ser desqualificado pela duração da prova em questão.
23.2 Caso um competidor complete uma prova em um caiaque ou uma canoa que não esteja conforme as classificações da CBCa sob a inspeção, ele(a) será desqualificado da prova em questão.
23.3 É proibido receber, durante uma prova, ajuda externa, ou ser acompanhado por outros barcos ao longo da raia - mesmo em faixas externas - ou atirando objetos da na raia. Todos estes atos devem levar à desqualificação do(s) respectivo(s) competidor(es).
23.4 Todas as desqualificações feitas pelo Comitê da Competição têm de ser confirmadas por escrito imediatamente com as razões. O líder de equipe deve assinar o recebimento de uma cópia com a hora exata, que é a hora da partida para o prazo de protesto.

24. Meios de propulsão
24.1 Os caiaques são propelidos apenas por meio de remos de duas pás.
24.2 As canoas canadenses são propelidas apenas por meio de remos de pá única.
24.3 Os remos não podem ser fixados nas canoas por qualquer meio. Se um remo é, o competidor não pode receber outro de um apoiador.

25. Baterias e finais
25.1 Pelo menos três caiaques ou canoas devem estar escritos antes que cada prova se inicie. Se o número de inscrições, em provas até incluindo 1000 metros, for tão grande que sejam necessárias baterias, o número de caiaques ou canoas em cada bateria e na final não deve exceder 9 (nove).
25.2 A divisão dos competidores em baterias deve ser determinada o pelo sorteio de grupos. Oito ou nove caiaques ou canoas podem participar na final se um número maior que este estiver inscrito na prova toda, como se segue: a) 3 a 9 inscrições, direto para a final; b) 10 a 14 inscrições, duas baterias, três de cada para a final, o resto para uma semifinal e três da semifinal para a final; 15 a 27 inscrições, o número necessário de baterias é de três semifinais. Dois de cada para a Final e três da semifinais para a final;
25.3 A divisão em baterias deve ser feita de forma que pelo menos três competidores de cada bateria precedente prossigam para a final (ou semi- final).
25.4 Ao fazer o sorteio, a diferença entre o número de competidores nas baterias de uma prova não deve exceder a um. Se o número de competidores nas baterias varia, as baterias anteriores serão as de maior número.
25.5 Qualquer tripulação que não tenha tomado parte numa bateria conforme tenha sido instruída, não terá permissão de competir na final.
25.6 A composição de uma tripulação que tenha sido classificada para uma semifinal ou final não pode ser mudada.
25.7 Para as provas de mais de 1000 metros, não devem ser realizadas baterias e todos os barcos participantes devem largar simultaneamente. Caso a largura da raia no permita uma largada simultânea, são permitidas largadas em intervalos regulares.

26. Largada
26.1 Os grupos devem ser sorteados para determinar as posições dos barcos na largada. O número um deve ser colocado à esquerda, em seguida o número dois e assim por diante. O Nível Técnico também pode ser utilizado como fator determinante.
26.2 Os competidores devem estar na área de largada a tempo de permitir uma preparação satisfatória para a largada. A largada deve ser dada pontualmente sem referência a qualquer ausente.
26.3 A posição dos barcos na largada deve ser tal que as proas alinhem- se com a linha de largada.
26.4 Os barcos devem estar parados e alinhados.
26.5 O Juiz de Largada deve chamar a atenção dos competidores para a largada com as palavras "ATENÇÃO POR FAVOR (ATTENTION PLEASE)", e se for satisfatório ele deve dar o sinal de largada com um "TIRO (SHOT)", ou sinal acústico. O tiro, ou sinal, pode ser substituído pela palavra " VÁ (GO)", dependendo da situação.
26.6 Se o juiz de largada não estiver satisfeito com o alinhamento, ele pode chamar "PARE (STOP)", e acenar para o Alinhador para proceder o reposicionamento.
26.7 Se o competidor larga remando na frente depois das palavras "ATENÇÃO POR FAVOR (ATTENTION PLEASE)" e antes do tiro, ele queimou a largada.
26.8 O Juiz de Largada deve imediatamente advertir o competidor faltoso e, se duas queimas de largada são feitas pelo mesmo competidor, o Juiz de Largada pode excluí-lo da prova. Uma advertência e desclassificação subsequente pelo Juiz de Largada aplica-se somente ao barco/competidor que/quem provocou a queima de largada.

27. Interrupções
27.1 O Juiz Auxiliar tem o direito de interromper uma prova de curta distância largada corretamente se impedimentos ou imprevistos surgirem. Tal interrupção pode ser sinalizada pelos juizes auxiliares da raia com uma bandeira vermelha e um sinal sonoro. Os competidores devem parar imediatamente de remar e aguardar outras instruções.
27.2 Se uma prova é declarada nula e inválida, não é permitida qualquer mudança na tripulação para a próxima largada. No caso de capotamento o competidor ou tripulação é eliminado da prova se ele ou eles não forem capazes de entrar no barco sem ajuda externa.

28. Marcação de ritmo e pegando vácuo
28.1 Não é permitido marcar o ritmo ou receber assistência de barcos que não estejam na prova ou através de qualquer outro meio.
28.2 Quando uma prova está se desenrolando as tripulações não participantes estão terminantemente proibidas de se locomover na raia, no seu todo ou em parte, mesmo fora das marcações das bóias. a) Provas até 1000 metros Em provas até 1000 metros, os competidores devem manter sua faixa do início ao fim da raia. É proibido pegar vácuo, e nenhum competidor deve aproximar-se mais do que 5 metros, em qualquer direção, do outro. b) Corridas de mais de 1000 metros. Em corridas de mais de 1000 metros, os competidores podem desviar- se da faixa, desde que não impeçam os outros. Em provas de longa distância todos os competidores devem ser advertidos por um sinal sonoro (p. ex., um sino), quando ultrapassarem um ponto distante 1000 metros da linha de chegada.

29. Curvas

29.1 Quando uma prova é corrida numa raia com pontos de retorno, estes deverão ser passados por bombordo (isto é, no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio)
29.2 Ao virar um ponto de retorno, o competidor na faixa externa deve proporcionar espaço para o competidor na faixa interna se este tem a proa do seu barco pelo menos alinhada com a extremidade da frente da cabina do barco na faixa externa. Com relação a K2 e K4, isto refere-se à cabina de proa. Com respeito a C1, isto refere-se ao nível do corpo do competidor, e para C2, isto refere-se ao nível do corpo do membro da tripulação mais à proa
29.3 Um competidor não pode ser desclassificado por tocar uma bóia de virada, a menos que, na opinião dos Juizes Auxiliares da Bóia de Retorno, daí tenha se obtido uma vantagem. Ao fazer uma curva, o barco deve seguir o mais próximo possível a raia, conforme marcação das bóias nos pontos de retorno

30. Ultrapassagem
30.1 Quando uma canoa ou caiaque está ultrapassando outra canoa ou caiaque durante uma prova, é obrigação da embarcação que ultrapassa manter distância do barco ultrapassado durante todo o tempo
30.2 Por outro lado, não é permitido à embarcação que está sendo ultrapassada alterar seu curso para dificultar a embarcação que ultrapassa

31. Albaroamento ou dano Qualquer competidor que seja responsável por uma colisão ou que danifique a canoa ou caiaque ou remo de outro pode ser desclassificado.

32. Chegada
32.1 O barco termina a prova quando sua proa cruza a linha de chegada com todos os membros da tripulação 32.2 Se dois ou mais barcos chegam juntos a linha de chegada ao mesmo tempo, eles recebem a mesma classificação no final. Em caso de uma bateria que determine o avanço para o próximo nível da competição, são aplicáveis as seguintes regras:
a) Sempre que houver número suficiente de faixas disponíveis no próximo nível de competições, o sorteio de grupos determinará para qual prova estes barcos avançarão. Se for possível, poder-se-á usar também a faixa número 10.
b) Sempre onde não houver número suficiente de faixas disponíveis, haverá uma nova prova entre os barcos envolvidos, uma hora após a última prova do dia, ou programa de meio dia.
c) No caso de uma bateria - dead heat - numa nova prova, o sorteio de grupos determinará o resultado."

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O Jogo

O início

No começo da partida, o jogador deverá posicionar a bola no semi-círculo
desenhado ao lado esquerdo da mesa, a meia-lua.
O objetivo inicial, é atingir a bola vermelha, mas sem encaçapá-la.
Isto, apenas na primeira jogada.
Nesta, caso outra bola seja tocada o jogo recomeça.
O mesmo jogador tem direito de tentar esta jogada por três vezes.
Se ainda assim não conseguir, será punido perdendo sete pontos,
e terá que passar a vez ao seu adversário.
A segunda tacada, pode ser iniciada com a bola da vez,
esta sem risco de penalidade, ou em qualquer uma das bolas,
mas desta forma, se o jogador errar, poderá ser punido com sete pontos.
Caso acerte, no entanto, ganhará os pontos da bola e também terá direito a mais uma tacada.
A partir desta nova jogada, a bola objetivada deverá ser obrigatoriamente a bola da vez.

Continuando a partida

Quando o jogador consegue encaçapar a bola da vez,
além dos ganhos citados anteriormente,
ele ganha uma bola bônus, ou seja, ele pode tentar encaçapar qualquer bola,
sem ser na ordem do jogo e não será penalizado,
caso a bola tentada não seja encaçapada,
exceto quando ocorre outra falta que não seja o não encaçapamento desta.
Caso esta bola bônus seja encaçapada,
o jogador ganhará os pontos referentes a ela,
e mais uma tacada, neste caso, valendo a penalidade para as bolas que não sejam da vez.
O jogo deve correr normalmente, então, seguindo a bola da vez,
e repetindo as regras citadas anteriormente.

A Pontuação

Cada bola de sinuca encaçapada possui uma pontuação a ser dada ao jogador.
Abaixo, estão citadas as pontuações normalmente seguidas:

Vermelha - 1 ponto; Amarela - 2 pontos; Verde - 3 pontos;
Marrom - 4 pontos; Azul - 5 pontos; Rosa - 6 pontos;
Preta - 7 pontos. Penalidades - 7 pontos

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"Ciclismo de pista: velocidade e alto desempenho
O ciclismo de pista é feito em bicicletas modelo contrarrelógio. As competições são realizadas em circuitos ovais e podem ser individuais ou em equipes. Neste tipo de competição, o mais importante é a velocidade, sendo que elas são normalmente feitas em circuitos ovais, que melhoram o desempenho dos atletas para conseguirem resultados melhores em diferentes modalidades tais como:

• Corrida direta – a ideia aqui é uma corrida entre os competidores dentro de uma raia específica. Existe um número de voltas, que pode variar de 10 a 20, e quem fizer em menos tempo ganha. Aqui, é mais importante a estratégia do que a velocidade, já que se manter fora do bolo e tentar ultrapassar no final pode ser uma boa solução;
• Corrida contrarrelógio – o ciclista tem uma hora, e nesse período, deve tentar conseguir dar o maior número de voltas o possível, ou seja, aqui ganha quem tem a maior quilometragem no mesmo tempo;
• Corrida de equipes – no mesmo circuito oval, diferentes ciclistas fazem parte de uma mesma equipe, juntando seus quilômetros realizados em uma hora e fazendo a soma final.

Ciclismo de estrada – resistência no limite
No ciclismo de estrada, a prioridade é que a resistência seja colocada à prova. A principal corrida do mundo, a Tour de France, é nesse sistema, e respeita a regra de 195 km para homens e 70 km para mulheres. Independente do sexo, a prioridade é a velocidade, quem chega ao percurso final mais rápido, ganha.

Ainda existe outro modelo de ciclismo de estrada feito no sistema contrarrelógio. Aqui, os ciclistas partem em intervalos de dois minutos e vence aquele que consegue chegar à maior distância dentro deste tempo. O modelo de bicicleta utilizada neste tipo de competição ou é a speed para a corrida de 195 km ou a contrarrelógio nos testes de velocidade. Anualmente, estas corridas oferecem inovações para todo o setor de ciclismo.

BMX – muita técnica e manobras
Nas competições de ciclismo BMX, os ciclistas precisam passar por uma pista de 350 m cheia de obstáculos que devem ser superados com manobras que podem ser especificadas antes da competição ou não. Dependendo deste detalhe de especificação, o estilo da corrida muda.

Na BMX Racing, os obstáculos estão definidos, todos correm juntos e devem superar o trajeto no menor tempo possível. Normalmente, são realizadas três voltas, sendo que a primeira é a mais técnica, a segunda a de maior velocidade e a terceira de maior estabilidade. Aqui, não é importante o tipo de manobra realizada, e sim o tempo final do circuito.

No caso das competições individuais, são passados requisitos de acrobacias que precisam ser realizados. Esta competição de manobras recebe o nome de BMX Freestyle. Aqui, embora existam pré-requisitos, os ciclistas têm liberdade para fazer o que quiserem, sendo que as notas são dadas de acordo com a dificuldade da manobra.

Mountain Bike – a mais versátil
A mountain bike também oferece uma mistura de técnica e velocidade. Suas competições são feitas em três categorias diferentes:
• Cross country – é na terra, em um terreno irregular e normalmente um percurso médio, com muitas subidas e descidas. Nas competições, os trajetos normalmente são baseados em velocidade, vencendo quem chegar primeiro;
• Free ride – muitas subidas, muitas descidas e, acima de tudo, muitos saltos. Aqui, não é tão importante a velocidade e a distância, e sim os saltos e as manobras realizadas neles;
• Down hill – alta velocidade e descidas extremamente técnicas. São competições de velocidade, feitas em circuitos individuais a partir de uma montanha em direção ao chão."

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